terça-feira, 17 de maio de 2011

Receitas com leite de coco

Recentemete recebemos um simpático presentinho da Ducoco, apresentando as novas embalagens do leite de coco, que agora tem uma tampa muito mais fácil de abrir.

O kit vem com um avental, uma luva e duas garrafinhas de leite de coco da marca (uma "integral" e outra light).


A ideia agora é testar duas receitas utilizando a iguaria. Pensamos em uma sopinha e um doce bem gostoso. Alguém aí tem boas receitas pra mandar pra gente?

terça-feira, 10 de maio de 2011

Alex Atala no Roda Viva

Alex Atala participou do Roda Viva nesta última segunda-feira (9). Tirando a incompetência do trio fixo do programa para conduzir o papo, o programa até que rendeu.

É inegável que Atala é uma figura interessante. Apesar da dificuldade para concluir seus raciocínios (por conta da ansiedade histérica dos entrevistadores em falar), ele contou boas histórias, envolveu, fez rir e, claro, se vendeu muito bem. Alguns destaques da entrevista:

Quanto ganha os profissionais no D.O.M.?
De 1.200 a 12 mil reais, dependendo do cargo.

Vida real
Entre outras coisas, o cozinheiro falou sobre sua infância na Mooca, seu gosto por Ramones, sua escolaridade (ele terminou apenas o ensino médio) e o sabor que mais odeia - o do iogurte natural de copinho.

A boom da cozinha brasileira
Segundo o chef do D.O.M., o Brasil está na crista da onda. "Somos uma referência no mundo. A principal expressão da América do Sul, talvez da América Latina. (...) Lidero este movimento e minha função é agregar e não desagregar [explicando o motivo pelo qual não critica colegas de profissão]".

Inspiração
A mola criativa da arte de Atala vem da curiosidade por um ingrediente, ou uma técnica. O trabalho do bom cozinheiro, segundo ele, é "colocar uma lupa" e explorar esses elementos.

Modinha
"Existe uma supervalorização da gastronomia hoje." Atala compara o fetiche pela área com o que ocorreu com a moda nos anos 1980 e a publicidade nos anos 1990. Segundo ele, isso vai passar, mas a profissão continua.

Os colegas que mandam bem
Entre seus restaurantes preferidos ele cita o Mocotó, do Rodrigo Oliveira, "que se assumiu nordestino", e o Maní, da "linda Helena Rizzo, (...) que casou com um gênio [Daniel Redondo]".

Ingrediente bizarros
O cozinheiro explica que muitas vezes a ideia é provocar - o paladar, as sensações, o intelecto. Atala explica que alguns sabores beiram o desagradável, mas aí é que está a graça. Muitas vezes o objetivo é provocar a memória que o ingrediente remete.

Sou rycoooo
Estranho foi um comentário dele: "Quem nunca comprou um carro importado ou, ao menos, tentou?"

Fica a reflexão.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Alho & Óleo censurado!

Em 2009, fizemos um post sobre pombos.

O textinho, de cunho bem humorado, falava da carne do animal na gastronomia de países europeus, trazia alguns números e uma piadinha (engraçada, a meu ver) sobre a intolerância do brasileiro aos pombos, mas a preferência por galetos.

E, para nossa surpresa, recebemos um e-mail do Blogger avisando-nos de uma ação movida pela rede de restaurantes Galeto's. O post deveria ser (e foi) tirado do ar. A ação tem valor de causa de R$ 50.000.

Quem fizer uma pesquisa no google com as aspas "para onde vão nossos pombos" ainda pode encontrar o post lá em cache.

Nos admira uma rede de restaurantes grande se preocupar com uma clara brincadeira, gastar advogado e acionar a justiça contra um blog longe de ser um dos mais famosos no assunto.

Não acham?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Francesinho simpático

No último feriadão ficamos em São Paulo e aproveitamos para conhecer alguns restaurantes. Um deles foi o Le Buteque, restaurante mais "popular" do chef Erick Jacquin. Para defini-lo, nada melhor que o conceito "Um buteco francês, um bistrô brasileiro".

Simpático e simples, o Le Buteque é agradável e traz pratos típicos de um bistrô francês, como o Boeuf Bourguignon e o Entrecôte com molho béarnaise, sem deixar de lado o toque brasileiro, como o Virado à Paulista. O atendimento é cordial, e a comida, bem boa.

Quase pedi o Boeuf Bourguignon, por quem tenho grande simpatia, mas ao olhar melhor o meu descobri o Picadinho Le Buteque, e claro, este foi o meu pedido, já que picadinho é mais uma nova paixão.

O prato, que custa R$ 38,00, é uma delícia. Mas também como uma combinação com arroz, feijão, carne picadinha com molhinho especial, couve, farofa, bananinha e ovo com gema mole não seria? Além de saboroso, a apresentação também é impecável: o arroz e o feijão vem em panelinhas Le Creuset (outra nova paixão).

De sobremesa, pedimos uma rabanada (que fazia parte do menu especial de Páscoa, mas conseguimos uma amostra grátis). Bem gostosinha também.

Balanço final: aprovado. Pretendo voltar.

Quer saber mais sobre o Le Buteque? Dá uma olhada no site.